O medo de existir - José Gil
medo de existir ou não, não sei. sei apenas que o li quase de uma penada só, sei também que tenho de o voltar a ler de forma mais apurada. embora o autor não complique muito a linguagem utilizada, há momentos do texto que exigem uma grande atenção pelos conceitos envolvidos.

o texto apresenta uma vasta análise em que se cruzam as observações do filósofo, do antropólogo, e do sociólogo, sendo, portanto, bastante rica, especialmente no que se refere à catalogação dos problemas que existem actualmente na sociedade portuguesa.
fala-se do campo dos média, e do espaço público, da arte, da política, da família, das ciências humanas em particular, do conhecimento em geral, e de outras questões bastante actuais.
dá algumas pistas para se perceber de uma forma diferente a forma como a sociedade portuguesa evoluiu desde o 25 de abril, e como se distanciou disso. por exemplo.
vale mesmo a pena ler.

o texto apresenta uma vasta análise em que se cruzam as observações do filósofo, do antropólogo, e do sociólogo, sendo, portanto, bastante rica, especialmente no que se refere à catalogação dos problemas que existem actualmente na sociedade portuguesa.
fala-se do campo dos média, e do espaço público, da arte, da política, da família, das ciências humanas em particular, do conhecimento em geral, e de outras questões bastante actuais.
dá algumas pistas para se perceber de uma forma diferente a forma como a sociedade portuguesa evoluiu desde o 25 de abril, e como se distanciou disso. por exemplo.
vale mesmo a pena ler.

5 Comments:
Embora já o tenha comprado, ainda não tive tempo de o ler.
Vamos lá a verí sarranj aquí um tempinho pró lerí .
Não Saudações!
(afinal de contas o sr. é um inimigo)
José Gil agora é moda? É daquelas coisas que ficam bem debaixo do braço e quando urge renovar o discurso,afinal, temos de nos mostrar interessantes e mandar de vez em quando uns slogans para o ar.
Não se irrite, pois persegui-lo-ei até o senhor não suportar mais a minha pessoa, se é que já não é o caso. Aceite as críticas de um homem que um dia o senhor comparou com um zero. Até hoje ainda estou para perceber como foi possível tal juízo, principalmente, de quem veio, qual criatura brilhante, qual bálsamo de inteligência em cada palavra que profere. No entanto, não passa de mais um funcionário cansado. Dos suas palavras não se livra. Se um dia não me suportar mais e tiver vontade de me vir às trombas diga, que eu aceitarei com todo o gosto o repto.
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Excellent, love it!
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